Recentemente, o Google apresentou a nova linha Pixel 11, que já vem com a Gemini Intelligence integrada ao seu sistema operacional. Essa novidade foi revelada algumas semanas antes de a Apple lançar uma versão reformulada da sua assistente virtual, a Siri, que se baseia nos modelos do Google.
O anúncio abrange os modelos Pixel 11, 11 Pro, 11 Pro XL e 11 Pro Fold, destacando que a companhia está priorizando melhorias no software em vez de focar apenas no hardware. Rick Osterloh, que lidera a divisão de dispositivos da empresa, mencionou que o aumento nos custos das unidades se deve à escassez de memória RAM e flash.
Gemini Intelligence atua sem necessidade de um chatbot separado
A tecnologia Gemini Intelligence é capaz de analisar as atividades dos usuários e interligar serviços como mensagens, calendário e mapas do Google. Com essa análise, ela pode sugerir ou realizar ações como verificar disponibilidade ou fazer reservas em restaurantes.
Tais funcionalidades estão integradas ao sistema Android, ao invés de serem oferecidas através de um aplicativo independente.
Osterloh caracterizou essa inovação como uma nova maneira de interação com dispositivos eletrônicos, que pode transformar o uso cotidiano de smartphones, laptops e outros gadgets.
Ele também destacou características únicas da plataforma Google, como a detecção de gestos e a função de transcrição chamada Rambler. O executivo afirmou à CNBC que os caminhos do Pixel e do iPhone estão tomando direções distintas.
Confronto direto com a Apple na inteligência artificial generativa
No cenário atual, o Google enfrenta um dos seus principais clientes de inteligência artificial: a Apple. A gigante da tecnologia está modernizando sua assistente virtual, a Siri, utilizando o Gemini, com objetivos semelhantes aos do Google: compreender contextos pessoais e realizar ações entre aplicativos.
Osterloh admitiu as diferenças nos enfoques das duas empresas, ressaltando que seus caminhos não têm o mesmo destino. O Google consegue apresentar suas inovações primeiro.
A Apple possui uma vantagem significativa no mercado, pois já distribuiu mais smartphones equipados com inteligência artificial generativa do que qualquer outra marca.
Pesquisas internacionais indicam que a inteligência artificial ocupa atualmente a sétima ou sexta posição entre os fatores que influenciam a troca de smartphones. Com as atualizações do Gemini e da inteligência da Apple, esse interesse subiu algumas posições.
Elementos que impactam na escolha de novos celulares
Pathak, analista do setor, destacou que a conscientização sobre algoritmos e casos práticos serão determinantes para converter interesse em vendas. Além disso, ele prevê que a nova proposta da Apple Intelligence deve contribuir para as trocas de aparelhos.
A título de curiosidade, vale ressaltar que a inteligência artificial generativa, apesar de seu potencial, ainda fica atrás em prioridades como duração da bateria, qualidade da câmera e capacidade de armazenamento na lista dos consumidores.
Falta de memória afeta custos produtivos e preços finais dos aparelhos
Osterloh informou que há uma notável escassez de memória RAM e flash , o que resulta na necessidade de ajuste nos preços por parte das fabricantes, incluindo o próprio Google.
A empresa já havia sinalizado essa questão em julho, quando percebeu um aumento no custo da RAM, passando de US$ 2,80 por gigabyte para US$ 12.
A demanda proveniente dosdata centers voltados à IA strong > está consumindo grande parte da oferta disponível desses componentes. Essa pressão resultou na eliminação dos modelos mais acessíveis e até mesmo no fim do modelo Mac Mini por US$ 599 strong > . p >
Leia mais strong > p >
- A Samsung oferece seis meses gratuitos do Google AI Pro para compradores da linha Galaxy Z Fold8 e Z Flip8.
- A TCL lançou o TAB A1 Plus no Brasil com tela 2.4K de 12,2”, Snapdragon 4 Gen 2 e recursos avançados em IA.
- A TCL se destaca por levar o Gemini para as TVs Google no Brasil em seus modelos mais recentes.
Influência da IA generativa vai além dos celulares no mercado eletrônico
A crescente demanda por infraestrutura destinada à inteligência artificial está afetando os componentes utilizados em diversos eletrônicos. Esse impacto se estende por várias categorias de produtos como notebooks e desktops compactos.
A chegada da linha Pixel 11 ao mercado tem como objetivo principal integrar IA ao cotidiano dos usuários. Para Osterloh, essa mudança representa uma verdadeira ruptura nos padrões estabelecidos nos últimos dez a quinze anos, período em que pouco se alterou na forma como utilizamos nossos dispositivos móveis e computadores pessoais.
E aí? O que você achou dessa novidade? strong > Deixe sua opinião nesta publicação e continue acompanhando as atualizações do Mundo Conectado! p >
